CELEBRAÇÃO DA PALAVRA POR MINISTRO EXTRAORDINÁRIO DA COMUNHÃO EUCARÍSTICA


A Celebração dominical representa a ocasião propícia para exercer nosso ministério, pois a relevância e o sentido profundo do domingo é de vital importância para nós porque é o centro de nossa vida comunitária


1. CELEBRAÇÃO DA PALAVRA

 

A celebração da Palavra de Deus é um ato litúrgico reconhecido e incentivado pela Igreja. Sua reflexão torna-se ainda mais significativa se considerarmos o apreço das comunidades pela leitura e meditação da Sagrada Escritura e a prática da Leitura. Esta pode acontecer em diversas ocasiões por um Ministro Extraordinário preparado não havendo a possibilidade da Celebração Eucarística com a presença do Padre Ministro Ordenado.

As celebrações da Palavra de Deus não são uma criação das últimas décadas, mas fazem parte da tradição da Igreja. As comunidades primitivas criaram uma estrutura própria de celebração da Palavra – o ofício divino. Hoje existem, nas comunidades católicas do Brasil, diversos roteiros da celebração da Palavra de Deus. A finalidade destas celebrações é a de assegurar às comunidades cristãs a possibilidade de se reunir no domingo e nas festas, tendo a preocupação de inserir suas reuniões na celebração do ano litúrgico e de relacioná-las com as comunidades que celebram a Eucaristia.

 

2. ESPAÇO CELEBRATIVO


O espaço celebrativo seja funcional e significativo, de tal modo que favoreça:

- a participação ativa da assembleia;

- o exercício dos diferentes ministérios. O espaço celebrativo visa suscitar em todos a recordação da presença de Deus que fala ao seu povo.

 

1) O altar preparado deve estar em destaque com:

- Toalha branca ou cor do tempo litúrgico;

- Uma vela acesa do lado direito;

- Flores ao lado do altar, nunca em cima do altar;

 

2) A credencia deve estar preparada:

- Com toalha branca;

- Um recipiente com água;

- Manustérgio para enxugar as mãos na purificação;

- Ambula para distribuição da Comunhão;

- Sangüíneo ou Sanguinho para a purificação dos objetos litúrgicos.

 

As Hóstias Consagradas ficam reservadas em local próprio e preparadas com uma vela acesa, sendo trazidas após a Oração da Assembleia e distribuídas no momento certo.

 

3. COMO CELEBRAR


Há entre as comunidades uma diversidade de roteiros para a Celebração da Palavra de Deus. Será de grande proveito que as equipes de liturgia expresse, de forma inculturada, a riqueza do mistério de Deus na vida do povo. As celebrações dos sacramentos possuem um ritual próprio. No caso da Celebração da Palavra de Deus, não existe um ritual específico. Muitas comunidades simplesmente seguem o esquema da Celebração Eucarística, omitindo algumas partes. Outras comunidades usam o roteiro sugerido por folhetos litúrgicos.

 

É necessário situar a celebração da Palavra de Deus no contexto do tempo litúrgico e na vida da comunidade. Tenha-se presente os acontecimentos e esteja-se atento à realidade das pessoas que vão celebrar.

 

Tenha-se cuidado com a disposição e ornamentação do espaço celebrativo. Valorizem-se as expressões da arte local. O bom gosto criará um ambiente religioso, digno, agradável, levando-se em conta a cultura própria da região. A configuração do espaço celebrativo deverá ser tal que ponha em destaque a mesa da palavra, e que os ministros possam facilmente ser vistos e ouvidos pela assembléia. A dignidade da palavra de Deus requer no espaço celebrativo, um lugar próprio para a sua proclamação. Convém que a "mesa da Palavra" ocupe lugar central. Nela são proclamadas as leituras Bíblicas. Aí aquele que preside, dirige-se à assembléia e profere as orações. Para a "Mesa da Palavra" convergem as atenções de todos os presentes.

 

4. PARTES DA CELEBRAÇÃO


Ritos iniciais

 

A Celebração Comunitária da Palavra preparada e realizada num clima de acolhida mútua, de amizade, de simplicidade, de alegria e de espontaneidade, Favorece a comunhão e a participação dos fiéis na escuta da Palavra e na oração. "A atitude de amizade e de acolhimento acentua a valorização da pessoa, num mundo onde a técnica e o progresso nem sempre deixam espaço para a comunicação pessoal". "Por isso, a pessoa precisa ser acolhida na comunidade, com abertura e sensibilidade para os diversos aspectos e dimensões de sua identidade e existência".

Além do "ministério da acolhida" e da postura acolhedora, alegre, disponível e bem humorada dos ministros é importante a apresentação das pessoas que tomam parte pela primeira vez, ou que estão em visita ou de passagem pela comunidade; a lembrança das pessoas ausentes por motivos de enfermidade, e trabalho ou de serviço em favor da comunidade; a recordação dos falecidos e seus familiares enlutados.

Nos ritos iniciais e de acolhida são importantes ainda, para se criar o clima de encontro: o ensaio de cantos, um breve tempo de oração pessoal e silenciosa, a recordação de acontecimentos da semana ligados à vida das pessoas, famílias, comunidades, diocese, país e do mundo, ligando a Páscoa de Jesus Cristo e os acontecimentos da vida.

Quem preside a assembléia, com palavras espontâneas e breves, saúda e acolhe a todos e os introduz no espírito próprio da celebração, despertando na assembléia a consciência de que está reunida em nome de Cristo e da Trindade para celebrar.

 

Ato penitencial

É um momento importante na Celebração da Palavra. Ele prepara a assembléia para a escuta da Palavra e à oração de louvor. Para que a comunidade externe melhor os sentimentos de penitência e de conversão, de modo criativo, poderá prever cantos populares de caráter penitencial, refrões variados, expressões corporais, gestos, símbolos e elementos audiovisuais que permitam a comunidade e às pessoas externarem melhor os sentimentos de penitência e conversão, o reconhecimento das situações de pecado

pessoal e social. Tenha-se o cuidado para não prolongar este rito de modo desproporcional às outras artes da celebração.

 

Oração da Coleta

Aquele que preside concluirá os ritos iniciais com uma oração. Tendo em conta a assembléia e suas condições, quem preside poderá solicitar aos presentes, após uns instantes de oração silenciosa, que proclamem os motivos de sua oração (fatos da vida, aniversários, falecimentos, problemas, alegrias e esperanças) e, depois, concluirá a oração proposta, integrando as intenções no conteúdo e no espírito do tempo litúrgico.

 

Liturgia da Palavra

Deus convoca a assembléia e a ela dirige sua Palavra e a interpela no hoje da história. A liturgia da palavra compõe-se de leituras tiradas da Sagrada Escritura, salmo responsorial, aclamação ao evangelho, homilia, profissão de fé e oração universal. "Nas leituras atualizadas pela homilia Deus fala ao seu povo, revela o mistério da redenção e da salvação, e oferece alimento espiritual.

 

O próprio Cristo, por sua palavra, se acha presente no meio dos fiéis. Pelos cantos, o povo se apropria dessa palavra de Deus e a ela adere pela profissão de fé. Alimentado por essa palavra, reza na oração universal pelas necessidades de toda a Igreja e pela salvação do mundo inteiro"

 

I Leitura

A Palavra de Deus a ser proclamada e a dimensão comunitária da celebração requerem dos ministros da Palavra uma adequada preparação Bíblica - Litúrgica e técnica. Por esta razão, leve-se em conta a maneira de ler, a postura corporal, o tom da voz, o modo de se vestir e a boa comunicação. Proclamar a Palavra é colocar-se a serviço de Jesus Cristo que fala pessoalmente a seu povo reunido.

 

Salmo Responsorial e Aclamação

O Salmo Responsorial, Palavra de Deus, é parte integrante da liturgia da Palavra. É resposta orante da assembléia à 1ª leitura. Favorece a meditação da Palavra escutada. O Salmo não deve ser trocado por canto de Meditação.

 

Canto de Aclamação ao Evangelho

O Aleluia ou, de acordo com o tempo litúrgico, outro canto de aclamação ao Evangelho, é sinal da alegria com que a assembléia recebe e saúda o Senhor que vai falar e da disponibilidade para o seguimento da mensagem da Boa Nova proclamada. A proclamação do Evangelho deve aparecer como ponto alto da liturgia da Palavra, para o qual a assembléia se prepara pela leitura e escuta dos outros textos bíblicos. Entre a 1ª leitura e o Evangelho existe uma íntima unidade que evidencia a realização das promessas de Deus no Antigo Testamento e no Novo Testamento. Faz parte também da Liturgia da Palavra um tempo de meditação (silêncio, repetição, partilha) para buscar em comunidade o que o Senhor pede e para acolher a Boa Notícia que sua Palavra comunica. Por isso, evite-se a pressa que impede o recolhimento.

 

Homilia ou partilha da Palavra de Deus

A homilia é também parte integrante da Liturgia da Palavra. Ela atualiza a Palavra de Deus, de modo a interpelar a realidade da vida pessoal e comunitária, fazendo perceber o sentido dos acontecimentos, à luz do plano de Deus, tendo como referencial a pessoa, a vida, a missão e o mistério pascal de Jesus Cristo. A explicação viva da Palavra de Deus motiva a assembléia participar na oração de louvor e na vivência da caridade, buscando realizar a ligação entre a Palavra de Deus e a vida, com mensagem que brota dos textos em conjunto e em harmonia entre si, atingindo a problemática do dia-a-dia da comunidade. Quando oportuno, convém que a homilia ou a partilha da Palavra, desperte a participação ativa da assembléia, por meio do diálogo, aclamações, gestos, refrões apropriados. Segundo as circunstâncias, quem preside convida os presentes a dar depoimentos, contar fatos da vida.

 

Profissão de Fé

O Creio é uma resposta de fé da comunidade à Palavra de Deus. Exprime a unidade da Igreja na mesma fé e sua adesão ao Senhor. Por isso, é significativo recitar ou cantar a profissão de fé nos domingos e nas solenidades. Existem três fórmulas do Creio: O Símbolo dos Apóstolos, o Símbolo Nicenoconstantinopolitano e a fórmula com perguntas e respostas como encontramos na Vigília Pascal e na celebração do batismo. Eventualmente, podem-se usar refrões cantados e adequados para que a comunidade manifeste a sua adesão de fé eclesial. Fé é adesão incondicional feita somente a Deus e não a pessoas, instituições ou movimentos humanos.

 

Oração dos Fiéis - Oração Universal

A oração dos fiéis ou oração universal, em geral, tornou-se um momento bom, variado e de razoável participação nas comunidades, "onde o povo, exerce sua função sacerdotal". Nela, os fiéis pedem a Deus que a salvação proclamada se torne uma realidade para a Igreja e para a humanidade, suplicam pelos que sofrem e pelas necessidades da própria comunidade, da nação, da Igreja e seus ministros sem excluir os pedidos de interesse particular das pessoas. Após a oração dos fiéis pode-se fazer a coleta como expressão de agradecimento a Deus pelos dons recebidos, de co-responsabilidade da manutenção da comunidade e seus servidores e como gesto de partilha dos irmãos necessitados.

 

Momento do Louvor

Um dos elementos fundamentais da Celebração comunitária é o "rito de louvor", com a qual se bendiz a Deus pela sua imensa glória A comunidade reconhece a ação salvadora de Deus, realizada por Jesus Cristo e canta seus louvores. “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com toda a sorte de bênçãos" "Ele nos arrancou do poder das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado, no qual temos a redenção - a remissão dos pecados". A comunidade sempre tem muitos motivos de agradecer ao Senhor, seja pela vida nova que brota da Ressurreição de Jesus, como pelos sinais de vida percebidos durante a semana na vida familiar, comunitária e social. O momento de louvor não deve ter, de modo algum, a forma de celebração eucarística. Não faz parte da Celebração comunitária da Palavra a apresentação das ofertas de pão e de vinho, a proclamação da oração eucarística própria da missa, o canto do Cordeiro de Deus e a bênção própria dos ministros ordenados Também nas celebrações da Palavra não se deve substituir o louvor e a ação de graças pela adoração ao Santíssimo Sacramento.

 

Oração do Senhor - Pai Nosso

A Oração do Pai Nosso, que nunca deverá faltar na celebração da Palavra, pode ser situada em lugares diferentes conforme o roteiro escolhido para a celebração. A oração do Senhor é norma de toda a Oração do Cristo, pede o Reino, o pão e a reconciliação e expressa o sentido da filiação Divina e da fraternidade. Evite-se sua substituição por cantos ou orações parafraseados. O Pai nosso pode ser cantado por toda a assembléia.

 

Abraço da Paz

O abraço da paz é expressão de alegria por estar junto aos irmãos e irmãs, é expressão da comunhão fraterna, é importante, portanto que na celebração haja um momento para este gesto. Poderá variar o momento conforme o enfoque da celebração que estamos vivendo. Pode ser no início da celebração, após o ato penitencial, após a homilia, onde se realiza normalmente ou no final da celebração.

 

Comunhão Eucarística

Nas comunidades onde se distribui a comunhão durante a Celebração da Palavra, o Pão Eucarístico pode ser colocado sobre o altar antes do momento da ação de graças e do louvor, como sinal da vinda do Cristo, pão vivo que desceu do céu. Compete ao ministro extraordinário da comunhão, distribuir a sagrada comunhão todas as vezes que não houver presbítero ou diácono em número suficiente e que as necessidades pastorais o exigirem.

 

Ritos finais – Compromisso

Pelos ritos de despedida a assembléia toma consciência de que é enviada a viver e testemunhar a Aliança no seu dia-a-dia e nos serviços concretos na edificação do Reino. Antes de se encerrar a celebração, valorizem-se os avisos e as notícias que dizem respeito à vida da comunidade, da paróquia ou da Diocese. Esses avisos podem ser uma forma de ligação entre o ato litúrgico e os compromissos da semana.

A bênção é um ato de envio para a missão e de despedida com a graça de Deus. É de suma importância que todos retornem às suas casas e ao convívio social, com um compromisso, com esperança e com a experiência de terem crescido na fraternidade e com a decisão de ser testemunhas do Reino.

 

4. ROTEIROS PARA CELEBRAÇÃO

 

I - CELEBRAÇÃO DA PALAVRA DOMINICAL

Ritos Iniciais:

- Canto e Procissão de Entrada

- Saudação do Presidente

- Rito Penitencial

- Glória

- Oração Coleta

Liturgia da Palavra

- I Leitura

- Salmo responsorial

- II Leitura

- Aclamação ao Evangelho

- Homilia

- Profissão de Fé

- Orações da Comunidade (oração dos fiéis)

Liturgia Eucarística

- Canto de Louvor

- Oração do Pai Nosso

- Abraço da Paz

- Distribuição da comunhão

- Oração pós Comunhão

Ritos finais

-Avisos

- Bênção final.

- Canto final

 

OBS: Não há a Oração Eucarística (2ª parte da Missa) nem o Canto ou Recitação do Cordeiro de Deus.

 

I I- CELEBRAÇÃO DA PALAVRA DIAS COMUNS

RITO INICIAIS

1 – Canto de Entrada

2 – Acolhida - O Ministro dá as boas vindas a todos e inicia com o Sinal da Cruz

3 – Ato Penitencial - Da Liturgia Diária ou espontâneo.

4 – Oração do Dia - Própria do dia

RITO DA PALAVRA

1 – Leituras

Leitura, Salmo

Canto de Aclamação

Evangelho

2 – Reflexão - Feita pelo Ministro de celebração ou partilhada com os participantes, não estendendo mais que 10 minutos.

3 – Profissão de Fé

 

RITO DE LOUVOR

1 – Preces da Assembléia - Preparada ou espontânea dividida entre os participantes não ultrapassando mais que 6 invocações, sendo concluída pelo Ministro de celebração.

2 – Louvor - Breve momento que pode ser com um canto enquanto se busca o Santíssimo e coloca sobre o altar e o Ministro Extraordinário conclui: Deus todo poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo. Nós vos glorificamos e vos rendemos graças porque, neste mundo de morte, nos deste vosso reino. Por ele, vossa palavra de vida é anunciada ao povo reunido. Daí à vossa Igreja, pelo auxilio de vossa graça a coragem de professar a fé sem temor e dar testemunho de reconhecimento de vosso amor sem limites. Conservai-nos no bom caminho para que, no meio de tantas dificuldades, não caiamos no desespero nem na exaltação. Amém

 

RITO DA COMUNHÃO

1 – Pai-Nosso - O Ministro motiva espontaneamente todos a rezarem juntos o Pai-Nosso e Oração pela paz, após conduz: Irmãos e irmãs, estas hóstias consagradas são a presença viva do Corpo do Senhor, da vida que Ele entregou por cada um de nós. Jesus nos alimenta com o Pão da vida e nos une em comunhão com outras comunidades de nossa Paróquia e diocese. Participemos da Comunhão do Corpo do Senhor Em profunda unidade com nossos irmãos e irmãs que, neste dia, tomam parte da celebração Eucarística, memorial vivo da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. O Corpo de Cristo será nosso alimento. Felizes os convidados para a ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Todos: Senhor eu não sou digno que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

2 – Canto de Comunhão

Após canto breve silencio

 

RITO FINAL

1 – Avisos

2 – Benção Final

 

OBS: Não há a Oração Eucarística (2ª parte da Missa) nem o Canto ou Recitação do Cordeiro de Deus.

 

III - CELEBRAÇÃO JUNTO DO ENFERMO

(Provavelmente o Ministro estará levando o Cristo Eucarístico, ao chegar é anunciada a Sua chegada)

 

Saudação Inicial

Min.: A paz esteja nesta casa e com todos que aqui vivem.

(A Teça é colocada sobre o local preparado. Todos fazem um breve silencio. Em seguida o Ministro Dirige aos presentes uma exortação espontânea ou a seguinte.)

Min.: Irmãos, Nosso Senhor Jesus Cristo antes de passar deste mundo para junto do Pai, deixou-nos o

Sacramento do Seu Corpo e Seu Sangue para que fortalecidos por este alimento nos encontremos munidos com o penhor da ressurreição e unidos pela caridade ao nosso irmão (fala-se o nome do doente) rezemos com ele e por ele.

Ato Penitencial

Min.: Na presença do Senhor, reconhecemos que somos pecadores, para participar dignamente desta

Celebração.

Confessemos:

Todos: Confesso a Deus todo-poderoso, e a vós irmão e irmã, que pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões. Por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço a virgem Maria, aos anjos e Santos e a vós irmãos e irmãs que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor.

Min.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza a vida etern.

Rito da Palavra

(Lê-se uma das Leituras da Missa do dia. Após a Leitura deve-se um momento para reflexão).

Profissão de Fé

Min.: Agora eu os convido a professarmos juntos a nossa fé que por nossos pais e padrinhos foi professado no dia de nosso batismo e que repetimos na nossa primeira Eucaristia e ao sermos crismado.

Essa é a fé que nos une na mesma Igreja, tornando-nos filhos de Deus e irmãos de Cristo Jesus.

Preces

(Deus acolhe sempre os pedidos de seus filhos que muito amor tem por cada um, unidos num mesmo

coração, elevemos a Ele os nossos pedidos por: – fala o nome do doente. (Esta oração pode ser feita em silencio ou citação com a resposta: Senhor escutai nossa prece)).

Rito da Comunhão

Min.: Unidos pelo amor de Deus aos irmãos façamos juntos a oração que o próprio Jesus nos ensinou.

Pai-Nosso

Min.: (Eleva a Hóstia e diz) Eu Sou o pão vivo que desceu do céu: se alguém comer deste Pão viverá

eternamente.

Felizes os convidados para a ceia do Senhor! Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!

Todos: Senhor eu não sou digno(a) que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra serie salvo(a).

(O Ministro Apresenta ao enfermo e para algum acompanhante que participante, mas não esteja por

cuidado ao enfermo participando da Celebração Eucarística).

Min.: O CORPO DE CRISTO

(O Ministro coloca água na teca consumindo e secando-a, enquanto se faz um instante de silencio)

Min.: Pai Santo, Deus eterno e todo poderoso, cheios de confiança vos pediram que o Corpo de Nosso

Senhor Jesus Cristo, recebido por (coloca-se o nome do enfermo) lhe seja para o corpo e para a alma, um

santo remédio de vida eterna. Pelo mesmo Jesus Cristo nosso Senhor.

Ritos Finais

Min.: Que o Senhor nos abençoe e nos guarde de todos os males e nos conduza a vida eterna.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo!

Todos: Amém

 

BIBLIOGRAFIA:
 

CNBB, Orientações para a celebração da Palavra de Deus – doc. CNBB 52, São Paulo: Paulinas, 3 ed., 1994.
EQUIPE DE LITURGIA DIÁRIA. Celebrações por  ministros leigos, São Paulo: Paulus, 1995.
FREITAS, Paulo Ricardo. Ser Ministro: Para que? Por que? Quem? Onde? Como?. São Paulo: O Recado, 5 ed., 2000
MICHELLETTI, Guilherme D. Formação e Orientações para Ministros extraordinários da Sagrada comunhão, São Paulo: Editora Ave Maria, 2004.
PEDRINI, Pe Alirio J. Ministro da Eucarístia: formação ministerial. São Paulo: editora Loyola, 2003.