Papa Francisco: a missão da Igreja é anunciar e levar Cristo

Ao presidir a oração do Ângelus, , no dia 16/01/2017, o Papa Francisco recordou que a missão da Igreja é proclamar o próprio Cristo, porque “Ele é o único que salva o seu povo”.

 

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Papa Francisco lamenta morte de detentos em presídio do Brasil

 

O papa Francisco fez orações pelas vítimas da rebelião no presídio de Manaus na primeira audiência geral de 2017, realizada no dia 04/01/2017.

 

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Papa Francisco nomeia novo bispo auxiliar da Arquidiocese de Manaus

Padre Edmilson foi nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de Manaus (Foto: Divulgação/Arquidiocese de Manaus)

Monsenhor Edmilson Tadeu foi nomeado nesta quarta-feira (12). Ele pertence à congregação Salesiana de Dom Bosco.

 

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Papa Francisco autoriza o perdão da Igreja Católica às mulheres que abortaram

O papa Francisco concedeu a todos os sacerdotes, através de uma carta apostólica divulgada nesta segunda-feira, a faculdade de absolver “de agora em diante” àqueles “que tenham procurado o pecado do aborto”.

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Papa: não paro de rezar; e vocês, por favor, rezem por mim

“Neste mês as minhas audiências estão suspensas, mas eu não paro de rezar; e vocês, por favor, rezai por mim!”

Atualizada em 08/07/2016 às 10:52


 

(Foto: iStock)

As atividades do Papa e da Santa Sé têm durante este mês de julho uma significativa redução, pelo menos até ao próximo dia 27, dia em que o Santo Padre viajará para a Polônia para estar presente na JMJ.

Contudo, apesar da paragem das audiências gerais e especiais, Francisco continua a residir na Casa de Santa Marta e a desenvolver as suas normais atividades quotidianas no Vaticano.

Ainda esta semana o Papa abriu uma exceção neste período especial de verão e recebeu uma peregrinação de pessoas pobres vindas de França, da diocese de Lyon, acompanhadas pelo Cardeal Philipe Barbarin e também os pais de um estudante norte-americano que foi encontrado morto no Rio Tibre em Roma.

Em particular, o Papa Francisco referiu-se nesta quinta-feira, dia 7, a este facto da suspensão das audiências durante este mês de julho: foi através da sua mensagem tweet no account @pontifex na qual afirma: “Neste mês as minhas audiências estão suspensas, mas eu não paro de rezar; e vocês, por favor, rezai por mim!”

O Papa Francisco tem, assim, todos os fins-de-semana encontro marcado com os fiéis em Roma na Praça de S. Pedro para o Angelus de cada Domingo.

 

Fonte: News.va

Oração em julho: Papa pede respeito pelos povos indígenas

Divulgado as intenções de oração do Papa Francisco para o mês de julho

Atualizada em 08/07/2016 às 11:03


 

(Foto: AFP)

Foi divulgada, nesta quarta-feira dia 6 de julho a video-mensagem do Papa Francisco sobre as intenções de oração para o mês de julho numa iniciativa do Apostolado da Oração.

Nas intenções de oração deste mês, o Pontífice recorda os povos indígenas: “Quero pedir, em nome dos povos indígenas, que sejam respeitados o nosso modo de vida, os nossos direitos e as nossas tradições. Ides escutar-me?”

O Papa diz ainda na vídeo-mensagem: “Quero ser eco e porta-voz dos anseios mais profundos dos povos indígenas. E quero que juntes a tua voz à minha para que, de todo o coração, peçamos que sejam respeitados os povos indígenas, ameaçados na sua identidade e até na sua existência”.

 

Fonte: News.va

CARTA DO PAPA FRANCISCO ÀS FAMÍLIAS

Queridas famílias,

Apresento-me à porta da vossa casa para vos falar de um acontecimento que vai realizar-se, como é sabido, no próximo mês de Outubro, no Vaticano: trata-se da Assembleia geral extraordinária do Sínodo dos Bispos, convocada para discutir o tema «Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização». Efectivamente, hoje, a Igreja é chamada a anunciar o Evangelho, enfrentando também as novas urgências pastorais que dizem respeito à família.

 

Este importante encontro envolve todo o Povo de Deus: Bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e fiéis leigos das Igrejas particulares do mundo inteiro, que participam activamente, na sua preparação, com sugestões concretas e com a ajuda indispensável da oração. O apoio da oração é muito necessário e significativo, especialmente da vossa parte, queridas famílias; na verdade, esta Assembleia sinodal é dedicada de modo especial a vós, à vossa vocação e missão na Igreja e na sociedade, aos problemas do matrimónio, da vida familiar, da educação dos filhos, e ao papel das famílias na missão da Igreja. Por isso, peço-vos para invocardes intensamente o Espírito Santo, a fim de que ilumine os Padres sinodais e os guie na sua exigente tarefa. Como sabeis, a esta Assembleia sinodal extraordinária, seguir-se-á – um ano depois – a Assembleia ordinária, que desenvolverá o mesmo tema da família. E, neste mesmo contexto, realizar-se-á o Encontro Mundial das Famílias, na cidade de Filadélfia, em Setembro de 2015. Por isso, unamo-nos todos em oração para que a Igreja realize, através destes acontecimentos, um verdadeiro caminho de discernimento e adopte os meios pastorais adequados para ajudarem as famílias a enfrentar os desafios actuais com a luz e a força que provêm do Evangelho.

Estou a escrever-vos esta carta no dia em que se celebra a festa da Apresentação de Jesus no templo. O evangelista Lucas conta que Nossa Senhora e São José, de acordo com a Lei de Moisés, levaram o Menino ao templo para oferecê-Lo ao Senhor e, nessa ocasião, duas pessoas idosas – Simeão e Ana –, movidas pelo Espírito Santo, foram ter com eles e reconheceram em Jesus o Messias (cf. Lc 2, 22-38). Simeão tomou-O nos braços e agradeceu a Deus, porque tinha finalmente «visto» a salvação; Ana, apesar da sua idade avançada, encheu-se de novo vigor e pôs-se a falar a todos do Menino. É uma imagem bela: um casal de pais jovens e duas pessoas idosas, reunidos devido a Jesus. Verdadeiramente Jesus faz com que as gerações se encontrem e unam! Ele é a fonte inesgotável daquele amor que vence todo o isolamento, toda a solidão, toda a tristeza. No vosso caminho familiar, partilhais tantos momentos belos: as refeições, o descanso, o trabalho em casa, a diversão, a oração, as viagens e as peregrinações, as acções de solidariedade... Todavia, se falta o amor, falta a alegria; e Jesus é quem nos dá o amor autêntico: oferece-nos a sua Palavra, que ilumina a nossa estrada; dá-nos o Pão de vida, que sustenta a labuta diária do nosso caminho.

Queridas famílias, a vossa oração pelo Sínodo dos Bispos será um tesouro precioso que enriquecerá a Igreja. Eu vo-la agradeço e peço que rezeis também por mim, para que possa servir o Povo de Deus na verdade e na caridade. A protecção da Bem-Aventurada Virgem Maria e de São José acompanhe sempre a todos vós e vos ajude a caminhar unidos no amor e no serviço recíproco. De coração invoco sobre cada família a bênção do Senhor.

 

Vaticano, 2 de Fevereiro – festa da Apresentação do Senhor – de 2014.

 

Papa Francisco: Temos que defender os pobres, e não defender-nos dos pobres, e é preciso servir os fracos e não servir-se dos fracos!

Texto integral da homilia na véspera de Te Deum Francisco Ano Novo

 

Roma, 31 de Dezembro de 2014 (Zenit.org)

O Papa Francisco terminou o ano de 2014 na Basílica de São Pedro pronunciando a seguinte homilia:

"Queridos irmãos e irmãs,

A Palavra de Deus nos coloca hoje, de modo especial, no significado do tempo, no compreender que o tempo não é uma realidade estranha a Deus, simplesmente porque Ele quis revelar-se e salvar-nos na história, no tempo. O significado do tempo, a temporalidade, é a atmosfera da epifania de Deus, ou seja, da manifestação do mistério de Deus e do seu amor concreto. De fato, o tempo é o mensageiro de Deus, como dizia Pedro Faber.

A liturgia de hoje nos lembra a frase do apóstolo João: “Meus Filhos, chegou a última hora” (1 Jo 2, 18), e a de São Paulo, que nos fala da "plenitude dos tempos" (Gl 4, 4). Então, no dia de hoje nos manifesta como o tempo foi – por assim dizer – “tocado” por Cristo, o Filho de Deus e de Maria, e recebeu Dele significados novos e surpreendentes: transformou-se “no tempo salvífico”, ou seja, no tempo definitivo de salvação e de graça.

E tudo isso nos convida a pensar no final do caminho da vida, no final do nosso caminho. Houve um começo e haverá um fim, “um tempo para nascer e um tempo para morrer”, (Eclesiastes 3, 2). Com esta verdade simples e fundamental, bem como descuidada e esquecida, a santa mãe Igreja nos ensina a terminar o ano e também os nossos dias com um exame de consciência, por meio do qual voltamos a percorrer o que aconteceu; agradecemos ao Senhor por todo o bem que recebemos e que podemos realizar e, ao mesmo tempo, voltamos a começar nas nossas faltas e nos nossos pecados. Agradecer e pedir perdão.

É o que fazemos também hoje ao terminar o ano. Louvamos ao Senhor com o hino do Te Deum e ao mesmo tempo lhe pedimos perdão. A atitude de agradecer nos dispõe à humildade, a reconhecer e a acolher os dons do Senhor.

O apóstolo Paulo resume, na Leitura destas Primeiras Primeiras Vésperas, o motivo fundamental de agradecermos a Deus: Ele nos fez seus filhos, nos adotou como filhos. Este dom imerecido nos enche de uma gratidão cheia de admiração! Alguém poderia dizer: “Mas não somos já todos filhos seus, pela mesma razão de sermos homens:”. Com certeza, porque Deus é Pai de toda pessoa que vem ao mundo. Mas sem esquecer que nos separamos dele por causa do pecado original que nos separou do nosso Pai: nossa relação filial está profundamente ferida. Por isso Deus enviou o seu Filho para resgatar-nos com o preço do seu sangue. E se existe um resgate é porque existe uma escravidão. Éramos crianças, mas nos tornamos escravos, seguindo a voz do Maligno. Ninguém nos resgata daquela escravidão substancial. Só Jesus que assumiu a nossa carne da Virgem Maria e morreu na cruz para libertar-nos, libertar-nos da escravidão do pecado e devolver-nos a condição filial perdida.

A liturgia de hoje recorda também que "no princípio (antes do tempo) estava a Palavra... e a Palavra se fez homem” e por isso afirma Santo Ireneu: “Este é o motivo da Palavra se fazer homem, e o Filho de Deus, Filho do homem: para que o homem, entrando em comunhão com a Palavra e recebendo assim a filiação divina, se tornasse filho de Deus” (Adversus haereses, 3, 19-1: PG 7,939; cfr. Catecismo da Igreja Católica, 460).

Ao mesmo tempo, o mesmo dom pelo qual agradecemos é também motivo de exame de consciência, de revisão da vida pessoal e comunitária, de perguntar-nos: como é o nosso modo de vida? Será que vivemos como filhos ou vivemos como escravos? Vivemos como batizados em Cristo, ungidos pelo Espírito, resgatados, livres? Ou será que vivemos com a lógica mundana, corrupta, fazendo o que o diabo nos faz acreditar que é o nosso interesse? Há sempre em nossa jornada existencial uma tendência para resistirmos à libertação; temos medo da liberdade e, paradoxalmente, preferimos mais ou menos inconscientemente, a escravidão. A liberdade nos assusta porque nos coloca diante do tempo e da nossa responsabilidade de vive-lo bem. A escravidão, pelo contrário, reduz o tempo a um "momento" e assim nos sentimos mais seguros, ou seja, nos faz viver momentos desligados de seu passado e do nosso futuro. Em outras palavras, a escravidão nos impede de viver plena e verdadeiramente o presente, porque o esvazia do passado e o fecha para o futuro, para a eternidade. A escravidão nos faz acreditar que não podemos sonhar, voar, esperar.

Um grande artista italiano dizia há poucos dias que para o Senhor foi mais fácil tirar os Israelitas do Egito do que o Egito do coração dos israelitas. Tinham sigo libertos ‘materialmente’ da escravidão, mas, durante o caminho no deserto, com várias dificuldades e com fome, começaram então a sentir saudades do Egito quando “comiam... cebolas e alho” (cf. Nm 11, 5); mas se esqueciam que comiam na mesa da escravidão. No nosso coração está a saudade da escravidão, porque aparentemente nos dá mais segurança, mais do que a liberdade, que é muito arriscada. Como gostamos de estar enjaulados por tantos fogos de artifícios, aparentemente belos, mas que na verdade duram só uns poucos instantes! E este é o reino do momento, isso é o fascinante do momento!

Deste exame de consciência depende também, para nós, os cristãos, a qualidade do nosso obrar, do nosso viver, da nossa presença na cidade, do nosso serviço ao bem comum, da nossa participação nas instituições públicas e eclesiais.

Por esta razão, e sendo Bispo de Roma, gostaria de me debruçar sobre a nossa vida em Roma, que é um grande presente, porque significa viver na cidade eterna, significa, para um cristão, acima de tudo, fazer parte da Igreja fundada sobre o testemunho e sobre o martírio dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo. E, portanto, também por isso damos graças ao Senhor. Mas, ao mesmo tempo, representa uma responsabilidade. E Jesus disse: “A quem muito foi dado, muito será pedido” (Lc 12, 48). Portanto, vamos nos perguntar: nesta cidade, nesta comunidade eclesial, somos livres ou somos escravos, somos sal e luz? Será que somos fermento? Ou será que estamos sem brilho, insossos, hostis, desanimados, irrelevantes e cansados?

Sem dúvida, os graves atos de corrupção surgidos recentemente, exigem uma séria e consciente conversão dos corações, para um renascimento espiritual e moral, e um renovado compromisso para construir uma cidade mais justa e solidária, onde os pobres, os fracos e os marginalizados estejam no centro das nossas preocupações e das nossas ações a cada dia. É preciso uma grande e diária atitude de liberdade cristã para ter a coragem de proclamar, na nossa Cidade, que é preciso defender o pobres, e não defender-se dos pobres, que é preciso servir os fracos e não servir-se dos fracos!

O ensinamento de um simples diácono romano nos pode ajudar. Quando pediram para São Lourenço levar e mostrar os tesouros da Igreja, levou simplesmente alguns pobres. Quando em uma cidade se cuida, se socorre e se ajuda os pobres e os fracos a promover-se na sociedade, eles revelam o tesouro da Igreja e um tesouro na sociedade.

Mas, quando uma sociedade ignora os pobres, persegue-os, criminaliza-os, obriga-os a “mafiar-se”, essa sociedade se empobrece até a miséria, perde a liberdade e prefere “o alho e as cebolas” da escravidão, da escravidão do seu egoísmo, da escravidão da sua pusilanimidade e essa sociedade deixa de ser cristã.

Queridos irmãos e irmãs, terminar o ano é voltar a afirmar que existe uma “última hora” e que existe “a plenitude do tempo”. Ao concluir este ano, ao agradecer e pedir perdão, nos fará bem pedir a graça de poder caminhar em liberdade para poder reparar os tantos danos feitos e poder defender-nos da nostalgia da escravidão, defender-nos do “desejar” a escravidão.

A Virgem Santa, a Santa Mãe de Deus, que está no coração do templo de Deus, quando a Palavra – que era no princípio – se fez um de nós no tempo; Ela que deu ao mundo ao Salvador, nos ajude a acolhê-lo com o coração aberto, para ser e viver verdadeiramente livres, como filhos de Deus. Assim seja”.

 

Fonte:Comissão Episcopal Laical e familiar.

Em mensagem de Natal à Cúria Romana, Francisco enumera as 15 doenças que acometem a Igreja

PAPA FRANCISCOQuinze doenças, nomeadas e explicadas uma a uma, diante de uma plateia formada pela alta cúpula do Vaticano, a chamada Cúria Romana. O papa Francisco aproveitou sua mensagem de Natal para transmitir um duro recado aos cardeais, seus mais próximos colaboradores e também possíveis (ou eventuais) rivais de seu projeto de transformação do Igreja Católica.

“Seria bonito pensar na Cúria Romana como um pequeno modelo da Igreja, como um corpo que cuida seriamente e cotidianamente de estar mais vivo, mais saudável, mais harmonioso e mais unido com Cristo”, disse Francisco. “Mas uma cúria que não faz autocrítica, que não se atualiza, que não trata de melhorar sempre, é um corpo doente.”

Em seguida, o papa convidou os presentes a um exame de consciência, como preparação para a confissão antes do Natal, e listou as 15 “doenças e tentações” que acometem não apenas a Cúria, mas que “são naturalmente um perigo para cada cristão, cada cúria, comunidade, congregação, paróquia ou movimento religioso”.

 

Catálogo de doenças de Francisco:

1. A doença de se sentir imortal ou indispensável
Acomete os que se sentem ”superiores a todos” e não ”a serviço de todos” . O papa recomendou uma visita a um cemitério para vermos os nomes de tantas pessoas que “talvez acreditassem que eram imortais, imunes ou indispensáveis”.

 

2. A doença do excesso de trabalho
Acomete os que “submergem no trabalho descuidando da melhor parte: sentar-se aos pés de Jesus”. O papa lembrou que Jesus “convidou seus discípulos a ‘descansarem um pouco’ porque descuidar do repouso leva ao estresse e à agitação".

 

3. A doença da fossilização mental e espiritual
Acomete os que se escondem atrás de pilhas de papel e se tornam “máquinas de práticas” em vez de homens de Deus. Ao fazer isso, perdem a capacidade de “chorar com os que choram e se alegrar com os que se alegram.”

 

4. A doença do excesso de planejamento
Segundo Francisco, planejar e se preparar para fazer as coisas é importante, mas “sem cair na tentação de impedir ou tentar dirigir a liberdade do Espírito Santo”.

 

5. A doença da má coordenação
Acomete os membros da Igreja que “perdem a comunhão uns com os outros” e se convertem em “uma orquestra que produz ruídos porque não vive o espírito de equipe”.

 

6. A doença de Alzheimer espiritual
Trata-se de uma “redução progressiva das faculdades espirituais” em consequência da “perda da memória” do encontro com o Senhor. O apóstolo ergue ao seu redor “muros e hábitos, quase sempre imaginários” e se torna dependente de suas paixões, caprichos e manias.

cúria romana

Cardeais ouvem o catálogo de doenças que assola a Cúria Romana, ou seja, eles próprios.

 

7. A doença da rivalidade e da vaidade
Quando a aparência se torna o primeiro objetivo da vida.

 

8. A doença da esquizofrenia existencial
Acomete os que “abandonam o serviço pastoral e se limitam às tarefas burocráticas, perdendo o contato com a realidade e as pessoas de verdade”.

9. A doença da fofoca
É a doença dos que, sem ter coragem de dizer as coisas abertamente, falam pelas costas das pessoas. Ao fazer isso, semeiam a discórdia, como Satanás.

 

10. A doença de divinizar os chefes
Acomete os que cortejam os superiores, são presos ao carreirismo e ao oportunismo e vivem a serviço daquilo que querem obter e não do que querem dar ao próximo.

 

11. A doença da indiferença com os outros
“Quando só pensamos em nós mesmos e perdemos a sinceridade e o calor das relações humanas. Quando, por inveja ou astúcia, sentimos alegria em ver o outro cair em vez de ajudá-lo a se levantar.”

 

12. A doença da cara de enterro
Acomete as pessoas que consideram que, para ser comprometido e consistente, “é necessário encher o rosto de melancolia e de dureza, assim como tratar os outros com rigidez e arrogância”. Segundo Francisco, o apóstolo deve transmitir alegria: “Que bem nos faz uma boa dose de humor saudável.”

 

13. A doença da acumulação
Quando o apóstolo, para encher um vazio existencial em seu coração, só pensa em acumular bens materiais.

 

14. A doença dos círculos fechadosQuando fazer parte de uma panelinha se torna algo mais forte do que ser parte da Igreja como um todo e até mesmo ser um só com Cristo.

 

15. A doença do prazer mundano e do exibicionismo
Quando o apóstolo transforma seu serviço em poder para obter mais proveitos mundanos e acumular ainda mais poder. São pessoas capazes de caluniar, difamar e desacreditar os demais para se exibirem e se mostrarem mais capazes do que os demais.

Dia da Vida Consagrada: Papa celebra e faz apelo pela vida

A Igreja celebra neste domingo, 2, a Festa da Apresentação do Senhor e o Dia Mundial da Vida Consagrada. No Vaticano, Papa Francisco celebrou a Missa pela manhã e em seguida rezou o Angelus com os fiéis reunidos na Praça São Pedro.

Na  homilia , o Santo Padre lembrou que a festa da Apresentação de Jesus no Templo é também uma festa do encontro: encontro de Deus com seu povo, encontro de jovens com idosos, da observância com a sabedoria. Também a vida consagrada, segundo ele, é um encontro com Cristo.

No Angelus, dando sequência às reflexões sobre a vida consagrada, Francisco definiu os consagrados como um dom para o Povo de Deus, uma presença necessária no mundo.

Após rezar a oração mariana, ele deixou uma saudação e um encorajamento por ocasião do Dia pela Vida, celebrado hoje na Itália. “Cada um, no próprio papel e no próprio âmbito, sinta-se chamado a amar e servir a vida, a acolhê-la, respeitá-la e promovê-la, especialmente quando ela é frágil e necessitada de atenções e cuidados, do ventre materno até o seu fim nesta terra”.

 

A Igreja não deve ter ideologias, mas a Palavra, diz Papa Francisco

 

Como São João, a Igreja está chamada a proclamar a Palavra de Deus até o martírio. Foi o que destacou o Papa Francisco na Missa de hoje (24/06/2013) na Casa Santa Marta, na solenidade do nascimento de São João Batista.

Segundo o Papa, a figura de João Batista não é fácil de entender. “João é aquele que indica, que assinala; o sentido da vida de João é assinalar o outro”. João era “o homem da luz, levava a luz, não era a própria luz, mas a refletia”. Ele era como “uma lua”: quando Jesus começou a pregar, a luz de João começou a diminuir e baixar.

“João parece ser ninguém”. “Mas quando contemplamos a vida deste homem, tão grande, tão potente – todos acreditavam que ele era o Messias –, quando contemplamos a sua vida, como ia se abaixando até a obscuridade de um cárcere, contemplamos um grande mistério. Não sabemos como foram os últimos dias de João. Não sabemos. Sabemos apenas que foi assassinado, de sua cabeça em uma bandeja.”

No cárcere – prosseguiu o Papa –, João experimentou dúvidas, sentia angústia, e chamou seus discípulos para que fossem perguntar a Jesus: “És tu ou devemos esperar outro?” Existe “a escuridão, a dor em sua vida”. Nem sequer disso João foi preservado: “a figura de João me recorda muito a Igreja”.

“A Igreja existe para proclamar, para ser voz de uma Palavra, do Esposo, que é a Palavra. E a Igreja existe para proclamar esta Palavra até o martírio. Martírio pelas mãos, precisamente, dos soberbos, dos mais soberbos da Terra. João poderia ter-se feito importante, poderia ter falado de si mesmo. Mas nunca fez isso: ele apontava, se sentia voz, não Palavra. O segredo de João. Por que João era santo e não pecava? Porque nunca assumiu uma verdade como própria, não se tornou ideólogo. Ele negou a si mesmo, para que a Palavra chegasse. E nós, como Igreja, devemos pedir hoje a graça de não nos convertermos em uma Igreja ideologizada”.

A Igreja – acrescentou Francisco – deve escutar a Palavra de Jesus e se converter em voz, proclamá-la com valentia. “Esta é a Igreja sem ideologias, sem vida própria: a Igreja que é o mysterium lunae, que tem a luz de seu Esposo e que deve diminuir para que Ele cresça”.

“Este é o modelo que João nos oferece, para nós e para a Igreja. Uma Igreja que esteja sempre a serviço da Palavra. Uma Igreja que não tome nada para si. Hoje na oração pedimos a graça da alegria, pedimos ao Senhor que anime esta Igreja no serviço da Palavra, que seja voz desta Palavra, que pregue esta Palavra. Peçamos a graça: a dignidade de João, sem ideias próprias, sem um Evangelho que seja considerado uma propriedade, só uma Igreja, uma voz que indica a Palavra e que isso seja assim até o martírio. Assim seja.”

 

Francisco é o primeiro Papa latino-americano

Rádio Vaticano


 
Francisco foi o nome escolhido pelo Cardeal Bergoglio
"Annuntio vobis gaudium magnum: habemus Papam!”

“Eminentissimum ac reverendissimum dominum, dominum, Georgium Marium Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalem Bergoglio, qui sibi nomen imposuit Francisco I.
 

O Cardeal Arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, 76 anos é o 265° sucessor de Pedro, assumindo o nome de Francisco. Foi eleito no 5° escrutínio no segundo dia do Conclave.
 

Às 20hs12min do dia 13 de março de 2013 o protodiácono Jean-Louis Tauran proclamou a famosa fórmula do Habemus Papam, no balcão Central da Basílica de São Pedro.
 

Às 20h23 o recém-eleito assomou ao balcão central proclamando as seguintes palavras: "Irmãos e Irmãs, boa noite! Vocês sabem que o dever do Conclave era de dar um bispo a Roma. Parece que meus irmãos cardeais foram buscá-lo quase no fim do mundo. Mas, estamos aqui! Vos agradeço pela acolhida, à comunidade diocesana, ao seu bispo. Obrigado!(...aplausos...) Antes de tudo, gostaria de fazer 1 oração pelo nosso bispo emérito Bento XVI (...aplausos...). Rezemos todos juntos por ele!

 

 

 

Papa Francisco critica o “pelagianismo dos devotos”, tese de Joseph Ratzinger! - Por Andrea Tonielli

 

Papa Francisco

Embora, o que tenha chamado a atenção do mundo midiático tenham sido as palavras atribuídas ao pontífice sobre a corrupção no Vaticano, sobre a existência de um lobby gay e sobre o fato de que os religiosos não devem se desencorajar quando acabam na mira do ex-Santo Ofício, a síntese do diálogo ocorrido entre Francisco e a cúpula da Clar (Conferência Latino-Americana e Caribenha de Religiosos) contém passagens interessantes sobre a Igreja contemporânea.


Como se sabe, os dirigentes da própria Clar tomaram distância da publicação desse texto "reconstruído" através de recordações dos participantes e, em todo caso, proveniente deles.

A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada no sítio Vatican Insider, 12-06- 2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

As duas "preocupações" que o papa teria expressado no diálogo com os religiosos latino-americanos referem-se ao risco do "pelagianismo" e da gnose "panteísta". A primeira refere-se às às doutrinas do monge irlandês Pelágio, combatidas por Santo Agostinho e condenadas pelo Concílio de Éfeso em 451. Segundo a heresia pelagiana, o pecado original não teria realmente contaminado a natureza humana e, portanto, o ser humano seria capaz de escolher o bem e de não pecar por si mesmo, sem a ajuda da graça. O retorno do pelagianismo havia sido denunciado por algumas vozes nas últimas décadas, com relação ao fato de que o hiperativismo na Igreja, a confiança nos planos e nos projetos humanos, a crença de que a Igreja é feita pela ação humana acaba esvaziando a ação da graça e reduzindo tudo às capacidades do ser humano.

Francisco, segundo as palavras que lhe foram atribuídas pela síntese do diálogo com a CLAR publicadas no site "Reflexión y Liberación", falou, assim, de uma "corrente pelagiana que existe na Igreja neste momento", aplicando-a aos grupos "restauracionistas".

"Eu conheço alguns – teria dito o papa –, eu tive que recebê-los em Buenos Aires. E sentimos que é como voltar 60 anos atrás! Antes do Concílio...".

Francisco, então, teria relatado este episódio: "Quando me elegeram, eu recebi uma carta de um desses grupos, e me diziam:

'Santidade, oferecemos-lhe este tesouro espiritual: 3.525 rosários'. Por que não dizem 'rezamos pelo senhor, pedimos'... mas isso de fazer contas...". O papa referiu esse episódio advertindo que não pretendia, de modo algum, ridicularizá-lo.

A menção ao mundo tradicionalista logo provocou a reação indignada de alguns supostos censores ratzingerianos, que imediatamente observaram na web a descontinuidade com Bento XVI. Os censores, porém, se equivocam, porque foi justamente o então cardeal Joseph Ratzinger que falou primeiro do "pelagianismo dos piedosos".

Ratzinger, durante um curso de exercícios espirituais realizados em 1986 (publicados em 2009 com o título Guardare Cristo: esempi di fede, speranza e carità, pela editora Jaca Book), havia afirmado: "O outro rosto do mesmo vício é o pelagianismo dos piedosos. Eles não querem ter nenhum perdão e, em geral, nenhum verdadeiro dom de Deus. Eles querem estar em ordem: não perdão, mas sim justa recompensa. Eles querem não esperança, mas sim segurança.

Com um duro rigorismo de exercícios religiosos, com orações e ações, eles querem obter um direito à bem-aventurança. Falta-lhe a humildade essencial para todo amor, a humildade de receber dons para além do nosso agir e merecer. A negação da esperança em favor da segurança diante da qual agora nos encontramos se fundamenta na incapacidade de viver a tensão com relação ao que deve vir e de se entregar à bondade de Deus.

Assim, esse pelagianismo é uma apostasia do amor e da esperança, mas, em profundidade, também da fé".

Também muito interessante é a segunda das preocupações expressadas por Francisco, que parece remeter a pronunciamentos da Congregação para a Doutrina da Fé contra filosofias e correntes de pensamento que acabam "esvaziando" a encarnação. Trata-se de "uma corrente gnóstica. Esses panteísmos...".

O gnosticismo é um movimento filosófico-religioso, particularmente difundido entre os séculos II e IV, hoje presente em algumas tendências religiosas como a "Nova Era". Tanto o pelagianismo quanto a gnose são "correntes de elite", teria dito o papa, mas a segunda "é de uma elite mais formada... Eu soube de uma superiora geral que incentivava as irmãs da sua congregação a não rezar pela manhã, mas sim a tomarem um banho espiritual no cosmos, coisas assim... Isso me preocupa porque pulam a encarnação! E o Filho de Deus se fez nossa carne, o Verbo se fez carne, e na América Latina temos carne aos montes!

O que acontece com os pobres, as dores, essa é nossa carne... O evangelho não é a regra antiga, nem esse panteísmo. Se você olhar para as periferias, os indigentes, os drogados, o tráfico de pessoas...

Esse é o evangelho. Os pobres são o evangelho...". (Montfort)

 

 

Contato

DISCURSOS DO PAPA FRANCISCO NO BRASIL

1. ENCONTRO COM OS JORNALISTAS DURANTE O VÔO PAPAL

02/08/2013 05:13
Segunda-feira, 22 de Julho de 2013 Padre Lombardi Santo Padre Francisco, bem-vindo ao meio desta comunidade voadora de jornalistas, operadores das comunicações. Sentimos grande emoção pela possibilidade de acompanhá-lo em sua primeira viagem intercontinental, internacional, depois da comovedora...

2. CERIMÔNIA DE BOAS-VINDAS NO PALÁCIO DA GUANABARA

02/08/2013 05:15
Segunda-feira, 22 de Julho de 20 13 Senhora Presidenta, Ilustres Autoridades, Irmãos e amigos! Quis Deus na sua amorosa providência que a primeira viagem internacional do meu Pontificado me consentisse voltar à amada América Latina, precisamente ao Brasil, nação que se gloria de seus sólidos laços...

3. HOMILIA NA MISSA NO SANTUÁRIO NACIONAL DE APARECIDA

02/08/2013 05:18
  Quarta-feira, 24 de Julho de 2013 Eminentíssimo Senhor Cardeal, Venerados irmãos no episcopado e no sacerdócio, Queridos irmãos e irmãs! Quanta alegria me dá vir à casa da Mãe de cada brasileiro, o Santuário de Nossa Senhora Aparecida. No dia seguinte à minha eleição como Bispo de Roma fui...

4. VISITA AO HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS

02/08/2013 05:20
  Quarta-feira, 24 de Julho de 2013 Senhor Arcebispo do Rio de Janeiro, Amados Irmãos no Episcopado Distintas Autoridades, Queridos membros da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, Prezados médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde, Amados jovens e familiares, boa...

5. VISITA À COMUNIDADE DA VARGINHA

02/08/2013 05:21
  Quinta-feira, 25 de julho de 2013   Queridos irmãos e irmãs, Que bom poder estar com vocês aqui! Desde o início, quando planejava a minha visita ao Brasil, o meu desejo era poder visitar todos os bairros deste País. Queria bater em cada porta, dizer “bom dia”, pedir um copo de água...

6. ENCONTRO COM OS JOVENS ARGENTINOS NA CATEDRAL

02/08/2013 05:22
  Quinta-feira, 25 de julho de 2013 Obrigado! Obrigado pela presença! Obrigado por terem vindo! Obrigado àqueles que estão cá dentro! E muito obrigado àqueles que ficaram lá fora, aos trinta mil – dizem-me – que estão lá fora. Lhes saúdo daqui. Estão à chuva… Obrigado pelo gesto de virem ter...

7. SAUDAÇÃO DO PAPA NA ACOLHIDA AOS JOVENS

02/08/2013 05:23
  Praia de Copacabana, Quinta-feira, 25 de Julho de 2013 Jovens amigos, «É bom estarmos aqui!»: exclamou Pedro, depois de ter visto o Senhor Jesus transfigurado, revestido de glória. Queremos também nós repetir estas palavras? Penso que sim, porque para todos nós, hoje, é bom estar aqui juntos...

8. HOMILIA NA ACOLHIDA AOS JOVENS NA PRAIA DE COPACABANA

02/08/2013 05:24
  Quinta-feira, 25 de julho de 2013 Queridos jovens: “É bom estarmos aqui!”: exclamou Pedro, depois de ter visto o Senhor Jesus transfigurado, revestido de glória. Queremos também nós repetir estas palavras? Penso que sim, porque para todos nós, hoje, é bom estar aqui juntos unidos em torno de...

9. HORA DA AVE MARIA/ANGELUS - Balcão do Arcebispado, Rio de Janeiro

02/08/2013 05:25
  Sexta-feira, 26 de Julho de 2013 Caríssimos irmãos e amigos, bom dia! Dou graças à divina Providência por ter guiado meus passos até aqui, na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Agradeço de coração sincero a Dom Orani e também a vocês pelo acolhimento caloroso, com que manifestam seu...

10. VIA SACRA – PRAIA DE COPACABANA

02/08/2013 05:25
  Sexta-feira, 26 de julho de 2013 Queridos jovens, Viemos hoje acompanhar Jesus no seu caminho de dor e de amor, o caminho da Cruz, que é um dos momentos fortes da Jornada Mundial da Juventude. No final do Ano Santo da Redenção, o Bem-aventurado João Paulo II quis confiá-la a vocês, jovens,...
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PRIMEIRO DISCURSO DE FRANCISCO

 

"Irmãos e irmãs, boa noite!

O papa Francisco faz seu primeiro pronunciamento para milhares de pessoas na Praça São Pedro após ser escolhido o novo líder da Igreja Católica Foto: AFP

Vocês sabem que o dever do Conclave era dar um Bispo a Roma. Parece que os meus irmãos cardeais foram buscá-lo quase ao fim do mundo? Eis-me aqui! Agradeço-vos o acolhimento: a comunidade diocesana de Roma tem o seu Bispo. Obrigado! E, antes de mais nada, quero fazer uma oração pelo nosso Bispo emérito Bento XVI. Rezemos todos juntos por ele, para que o Senhor o abençoe e Nossa Senhora o guarde.

 

(O papa recitou junto dos fiéis presentes na Praça São Pedro o Pai-Nosso, a Ave Maria e o Glória ao Pai)

 

E agora iniciamos este caminho, Bispo e povo... este caminho da Igreja de Roma, que é aquela que preside a todas as igrejas na caridade. Um caminho de fraternidade, de amor, de confiança entre nós. Rezemos sempre uns pelos outros. Rezemos por todo o mundo, para que haja uma grande fraternidade. Espero que este caminho de Igreja, que hoje começamos e no qual me ajudará o meu Cardeal Vigário, aqui presente, seja frutuoso para a evangelização desta cidade tão bela!

 

E agora quero dar a bênção, mas antes... antes, peço-vos um favor: antes de o Bispo abençoar o povo, peço-vos que rezeis ao Senhor para que me abençoe a mim; é a oração do povo, pedindo a Bênção para o seu Bispo. Façamos em silêncio esta oração vossa por mim.

 

Agora dar-vos-ei a Bênção, a vós e a todo o mundo, a todos os homens e mulheres de boa vontade.

 

(bênção)

 

Irmãos e irmãs, tenho de vos deixar. Muito obrigado pelo acolhimento! Rezai por mim e até breve! Ver-nos-emos em breve: amanhã quero ir rezar aos pés de Nossa Senhora, para que guarde Roma inteira. Boa noite e bom descanso!"